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Economia

19/01/2017

Intenção de consumo das famílias brasileiras recua 1,7% em janeiro

Perspectiva de compra a prazo é negativa em 11,9%
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Apesar de menor nível de consumo atual, foi percebida melhora para bens duráveis/Alisson J. Silva
Rio de Janeiro e São Paulo - A intenção de consumo das famílias caiu 1,7% em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados ontem pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A queda foi provocada principalmente pela piora na perspectiva de compra a prazo (-11,9%).

Também houve quedas na avaliação sobre a renda atual (-6,9%), no nível de consumo atual (-5%) e na perspectiva profissional (-0,9%). Por outro lado, houve crescimento na avaliação sobre o emprego atual (1,2%), perspectiva de consumo (7,3%) e momento para a compra de bens duráveis (8,4%).

Na comparação com dezembro de 2016, a intenção de consumo das famílias manteve-se estável. Se por um lado houve queda em componentes como o emprego atual (-1%) e a renda atual (-1%), por outro, houve crescimento de 3,2% no momento para compra de duráveis e de 1,7% no nível de consumo atual.

Shoppings - O fluxo de pessoas nos shoppings brasileiros caiu 2,5% em dezembro em relação ao mesmo mês de 2015, o que, em termos absolutos, equivale a uma queda de 9,3 milhões de visitas, conforme o índice Iflux, do Ibope Inteligência e Mais Fluxo.

Ainda conforme o levantamento, o principal recuo foi na semana que antecedeu o Natal, com variação negativa de 4,1% dos dias 17 a 24 na comparação com mesmo período do ano anterior. De 1 a 8 de dezembro, a variação foi positiva, de +0,4%, e queda de 0,4% na semana seguinte. Já no final do mês, de 25 a 31, houve queda ante o mesmo intervalo de 2015, de 0,2%.

Por região, os shoppings da região metropolitana do Rio de Janeiro tiveram a queda mais acentuada no mês de dezembro, na média de 6,5%, ao passo que na Grande São Paulo a retração foi de 0,8%. Por outro lado, na Grande Recife o fluxo ficou positivo no mês, com alta de 2,2%.

“Confirmando a tendência observada em meses anteriores, os shoppings que apresentam melhores resultados em dezembro são os classificados como ‘dominantes’ em seus mercados e os que atendem a um perfil de clientes mais qualificado - predominância de classe AB”, afirmou trecho do documento. (ABr, AE e Reuters)

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