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Negócios

19/01/2017

Quarta revolução industrial traz novas oportunidades

Da Redação
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Pereira: tempo é determinante nas mudanças tecnológicas/Divulgação
Não é de hoje que a transformação digital é palco de discussões na mídia e também dentro das organizações. Considerada um diferencial para alavancar os negócios, a inserção de tecnologia nas empresas assusta os gestores, pois requer mudanças significativas na estrutura de trabalho. A Internet das Coisas, do inglês Internet of Things (IOT), obriga as companhias a reformularem sua abordagem estratégica, abrindo portas para novas habilidades que vão muito além da competência técnica e operações do dia a dia. Dados da IDC, empresa líder em inteligência de mercado e consultoria nas indústrias de tecnologia da informação, no Brasil, aponta que os números de “coisas” conectadas devem saltar dos atuais 140 milhões para 400 milhões em 2020. A previsão é de que a chamada internet das coisas movimente US$ 7 bilhões no País, 71% mais que em 2016.

Atuante no mercado de soluções em Tecnologia da Informação (TI) para grandes redes de varejo e atacado há mais de 17 anos, a maisDADOS Tecnologia possui experiência no desenvolvimento de serviços. No contexto da Internet das Coisas, a empresa desenvolveu estratégias e produtos que alinham seus serviços à realidade do mercado, como a solução backup em nuvem. “Em casos de sinistro como incêndio, roubo e danos físicos na infraestrutura de servidores, as informações do cliente ficarão protegidas em um ambiente remoto, garantindo assim a continuidade do seu negócio. A nuvem possibilita, no caso de perda dos dados, a reconstrução lógica da estrutura operacional das empresas de forma rápida e eficaz”, diz o CEO da companhia, Marcos Aurélio Pereira.

Pereira explica que o padrão de competitividade no mercado se desloca rapidamente para um contexto de flexibilidade, inovação e engajamento. “Os executivos devem entender essas mudanças, desafiando suas equipes a exercerem a criatividade continuamente. Os modelos de negócio, consolidados por décadas de sucesso, são colocados em xeque e a TI torna-se a base de sustentação dessa nova economia”, diz. Segundo ele, a Internet das Coisas é uma realidade que não tem mais volta na vida das pessoas e também nas organizações. “Ao longo dos próximos anos, presenciaremos casos de adoção massiva de sistemas interligados e inteligentes, que proporciona que tudo esteja interconectado, oferecendo comodidade aos usuários. O tempo é fator determinante nas mudanças tecnológicas e a sociedade sempre buscará novas formas de se conectar, otimizar e economizar”.

No caso da maisDADOS, Pereira exemplifica a busca por soluções na empresa que valorizam os elementos “on-line” e “instantâneo” na resolução de gargalos nas organizações. Elas têm tido cada vez mais saída, pois é considerada um dos pilares para contornarem a crise. “Atualmente, o nosso serviço de monitoramento de banco de dados em tempo real, o DCMON, é uma das ferramentas que merecem atenção. Ela identifica, antecipadamente, os riscos que as informações podem estar submetidas. Sabendo disso, nossos colaboradores tomam a medida necessária antes mesmo dos problemas se tornarem emergências. Em tempos de recessão econômica, por exemplo, uma das coisas que os empresários não querem é vivenciar situações que podem colocar sua empresa em risco”, enfatiza. “Hoje monitoramos mais de 2 mil ambientes e vemos nitidamente o progresso dos nossos clientes. Tudo isso é consequência dessa revolução digital. “Só para 2017 a previsão de crescimento para a maisDADOS é de 30%”, finaliza.

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